COMO EU ME SENTIA APÓS A 1ª ETAPA DE FORMAÇÃO DO GESTAR (acima) E COMO OS MEUS CURSISISTAS SE SENTEM AO FINAL DO GESTAR !!! (abaixo)
No início, O GESTAR, o que era? Eram dúvidas e mais dúvidas. Como trabalhar? O público, o material, tudo novidade. Os cursistas, até o termo soava como novidade, trabalho com um público diferenciado. Era ainda tudo muito estranho, por ser novo talvez. Mas já era perceptível a seriedade do trabalho que estava por vir.
Trabalhar com o Gestar foi, pra mim, literalmente, uma experiência ímpar, ímpar e dúbia também, já que ao mesmo tempo em que fui cursista fui formadora. Um desafio a ser enfrentado, foram novas aprendizagens, trocas, angústias, compatilhamento, tudo isso muito intensamente acontecendo no decorrer fervoroso desse período de formação do GESTAR.
Me sinto "enriquecida," com tantos projetos, tantas trocas, me sinto um baluarte em constante construção.
O GESTAR também rendeu muitos frutos...
Frutos, muito especiais, a medida em que iam amadurecendo traziam essa renovação causadora daquele sentimento que nos impulsiona a prosseguir e buscar cada dia mais e mais, descobrir novos horizontes. Cada descoberta de um aluno nos fazia descobrir algo também, cada cursista angustiado, ou entusiasmado com o novo trabalho que ao mesmo tempo em que nos enchia dúvidas, nos tornava cada vez mais sedentos por frutificar a partir da experiência. Frutificar sim, pois o material elaborado para o trabalho com o Gestar junto com as ideias e os ideais inovadores nos proporcionava isto, teoria aliada à prática, o que foi singular também em se tratando de Gestar. Tive oportunidade de participar de algumas formações continuadas para professores, mas nenhuma foi tão relevante quanto a do Gestar nesse quesito TEORIA X PRÁTICA.
Um sinônomo para o sentimento despertado em mim ao final do Gestar é REALIZAÇÃO, realização por ter chegado até aqui, e ter segurança para prossegir a partir daqui. É uma sensação de estar caminhando na direção certa, sempre em frente buscando mais e com a certeza de que nunca estaremos estagnados nesse caminho, pois sempre haverá o que buscar.
Trabalhar com o Gestar foi, pra mim, literalmente, uma experiência ímpar, ímpar e dúbia também, já que ao mesmo tempo em que fui cursista fui formadora. Um desafio a ser enfrentado, foram novas aprendizagens, trocas, angústias, compatilhamento, tudo isso muito intensamente acontecendo no decorrer fervoroso desse período de formação do GESTAR.
Me sinto "enriquecida," com tantos projetos, tantas trocas, me sinto um baluarte em constante construção.
O GESTAR também rendeu muitos frutos...
Frutos, muito especiais, a medida em que iam amadurecendo traziam essa renovação causadora daquele sentimento que nos impulsiona a prosseguir e buscar cada dia mais e mais, descobrir novos horizontes. Cada descoberta de um aluno nos fazia descobrir algo também, cada cursista angustiado, ou entusiasmado com o novo trabalho que ao mesmo tempo em que nos enchia dúvidas, nos tornava cada vez mais sedentos por frutificar a partir da experiência. Frutificar sim, pois o material elaborado para o trabalho com o Gestar junto com as ideias e os ideais inovadores nos proporcionava isto, teoria aliada à prática, o que foi singular também em se tratando de Gestar. Tive oportunidade de participar de algumas formações continuadas para professores, mas nenhuma foi tão relevante quanto a do Gestar nesse quesito TEORIA X PRÁTICA.
Um sinônomo para o sentimento despertado em mim ao final do Gestar é REALIZAÇÃO, realização por ter chegado até aqui, e ter segurança para prossegir a partir daqui. É uma sensação de estar caminhando na direção certa, sempre em frente buscando mais e com a certeza de que nunca estaremos estagnados nesse caminho, pois sempre haverá o que buscar.
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