quinta-feira, 3 de junho de 2010

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

E QUE VENHA 2010

AGORA É PRA VALER!!!

“Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente”.


Carlos Drummond de Andrade

FELIZ ANO NOVO


Já dizia Drummond


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Receita de ano novo (Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

EXTRA, EXTRA!!!


FOTOS DA NOSSA CONFRATERNIZAÇÃO



NOSSA VISITA AO INSTITUTO RICARDO BRENNAND - PÓS TP1 QUE EXPLANA UM POUCO SOBRE ARTE



Nossa visita ao Instituto Ricardo Brennand e Nossa Confraternização.

PROJETOS 2 (continuação)

Cursista: Maria Solange Luna
Projeto: Projeto de Leitura: literatura de cordel

Cursista: Marcelo Anízio
Projeto: Clássico da literatura brasileira em foco Dom Casmurro, Machado de Assis

Cursista: Maria Luci Lira
Projeto: Leitura e escrita X família

Cursista: Verônica Amorim
Projeto: Literatura e etnia


Cursistas:Edízia Rodrigues & Dulcinéa Luna
Projeto: Construção da oralidade no cotidiano escolar

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

AUTOAVALIAÇÃO


COMO EU ME SENTIA APÓS A 1ª ETAPA DE FORMAÇÃO DO GESTAR (acima) E COMO OS MEUS CURSISISTAS SE SENTEM AO FINAL DO GESTAR !!! (abaixo)


No início, O GESTAR, o que era? Eram dúvidas e mais dúvidas. Como trabalhar? O público, o material, tudo novidade. Os cursistas, até o termo soava como novidade, trabalho com um público diferenciado. Era ainda tudo muito estranho, por ser novo talvez. Mas já era perceptível a seriedade do trabalho que estava por vir.
Trabalhar com o Gestar foi, pra mim, literalmente, uma experiência ímpar, ímpar e dúbia também, já que ao mesmo tempo em que fui cursista fui formadora. Um desafio a ser enfrentado, foram novas aprendizagens, trocas, angústias, compatilhamento, tudo isso muito intensamente acontecendo no decorrer fervoroso desse período de formação do GESTAR.

Me sinto "enriquecida," com tantos projetos, tantas trocas, me sinto um baluarte em constante construção.

O GESTAR também rendeu muitos frutos...
Frutos, muito especiais, a medida em que iam amadurecendo traziam essa renovação causadora daquele sentimento que nos impulsiona a prosseguir e buscar cada dia mais e mais, descobrir novos horizontes. Cada descoberta de um aluno nos fazia descobrir algo também, cada cursista angustiado, ou entusiasmado com o novo trabalho que ao mesmo tempo em que nos enchia dúvidas, nos tornava cada vez mais sedentos por frutificar a partir da experiência. Frutificar sim, pois o material elaborado para o trabalho com o Gestar junto com as ideias e os ideais inovadores nos proporcionava isto, teoria aliada à prática, o que foi singular também em se tratando de Gestar. Tive oportunidade de participar de algumas formações continuadas para professores, mas nenhuma foi tão relevante quanto a do Gestar nesse quesito TEORIA X PRÁTICA.

Um sinônomo para o sentimento despertado em mim ao final do Gestar é REALIZAÇÃO, realização por ter chegado até aqui, e ter segurança para prossegir a partir daqui. É uma sensação de estar caminhando na direção certa, sempre em frente buscando mais e com a certeza de que nunca estaremos estagnados nesse caminho, pois sempre haverá o que buscar.